Chorei, até. Que lindo! Merecidamente.
domingo, 18 de novembro de 2012
Origen y gloria de Albert Hammond
Chorei, até. Que lindo! Merecidamente.
Marcadores:
Quem [ou o que] me faz a cabeça mente e coração
It Never Rains In Southern California, Albert Hammond
Já assisti um trilhão de vezes esse vídeo. Ainda é pouco. Quando quero me fazer feliz vejo essa maravilha. Simplesmente divino. Ele responde carinhosamente os recados no Twitter [@alberthammond].
Salve, simpatia: Albert Hammond! Forever in my heart, in my mind, in my soul. Besos desde Brasil. xoxoxoxoxoxoxoxoxo
Official Website: http://www.alberthammond.net/
Marcadores:
Quem [ou o que] me faz a cabeça mente e coração
sábado, 17 de novembro de 2012
Albert Hammond - Take Me Sailing - song and lyrics
Take Me Sailing
Lyrics by Albert Hammond
CD Your World And My World /1981
I’m leaving tomorrow to find a new place
I’ll let you know when to come
I’m turning my back on the same old routine
Always a race to be run
I’m leaving behind me a world full of cares
A world that can never be one
I’m going sailing across the water
To find an island in the sun
I’ll be waiting, I’ll be waiting to take you sailing
There’s grass in the meadow and wind in the trees
It may seem like nothing to some
But there’s no better place in the world, you will see
Where love has already begun
I’m going to build us a house of our own
I’ll let you know when it’s done
From every window you’ll see the water
And every morning you’ll see the sun
I’ll be waiting, I’ll be waiting to take you sailing
Come watch the rainbows that fall to the sea
Come watch the sails as they run
The love that is ours forever will be
Forever and never undone
Come watch the clouds turning pink in the sky
The stars coming out one by one
Come watch the moonlight upon the water
And hold me ‘til the rising sun
Then take me sailing, take me sailing, take me sailing
Come watch the moonlight upon the water
And hold me ‘til the rising sun
Then take me sailing, take me sailing, take me sailing
Come watch the moonlight...
Marcadores:
Quem [ou o que] me faz a cabeça mente e coração
domingo, 4 de novembro de 2012
Zeca Baleiro faz as pazes com Juracy
No V Festival da Mantiqueira em São Francisco Xavier. Sim, amores. O Zeca Baleiro autografou o CD pra mim... além de Juracy e ser do Parque [e Jurássica, ainda essa!] eu fiz por onde.
Juracy, Beijos no Parque!
Agora eu fiquei do do do do do doceeeeee...
Na correria dos autógrafos, super-atencioso, docinho. Ele é tudo, mesmo! Um show magistral. Com Elisa, Júlio e Alice, a gente se divertiu muito. Dançamos [biodança?] e cantamos tudo o que estava travado e engasgado. Só não foi perfeito, porque o Rubem, Andréa e Bruno chegaram só no Bis! O Disco do Ano. De fato! Te amo, nem precisava dizer. Obrigada por ter feito uma música pra mim. "Tudo vale a pena..." rsrs
Muito obrigada por trazer a cura através de sua arte, Zeca Baleiro.
sábado, 3 de novembro de 2012
terça-feira, 2 de outubro de 2012
PODERIA TER SIDO EU, de CASSIANO RICARDO
PODERIA TER SIDO EU
Cassiano Ricardo
I - O MENINO 1904
Quem não guardou, entre as recordações da infância,
o cego do realejo, com o seu pássaro?
Aquele que -- olhos brancos na órbita
da manhã rosa --
em cada esquina faz ressoar o seu lamurioso instrumento
à manivela?
O cego do realejo, com o seu pássaro,
parou em frente à casa onde nasci (era eu menino)
e aí tocou a sua música mais dolorosa,
mais estridente.
Os transeuntes se aglomeraram em torno.
E logo o pássaro, por um vão da gaiola,
que havia ao lado do instrumento,
canário mágico, que parecia obediente a uma
determinação invisível,
me trouxe, preso ao bico,
um pequeno bilhete azul, retangular,
onde se achava escrito o meu futuro.
Hoje eu perguntaria :
a grade da gaiola de onde o pássaro
distribuía o futuro,
não era, ao mesmo tempo, uma outra grade
-- a minha, a em que eu é que estou preso?
II - O PÁSSARO E OS ACONTECIMENTOS
Mas, que dizia o pássaro
quando me fez presente do futuro?
Que o cometa Halley me derramaria prata
nos olhos; derramou.
Que eu ficaria louco. (Fiquei.)
Pois ando, só, de lunocípede.
Que eu morreria, ao todo, sete vezes
(já morri quatro.)
Que eu seria obrigado, por ofício,
a atravessar salões de baile (atravessei)
como um besouro rútilo a se debater numa floresta
de espelhos;
a ser exatamente (e eu fui)
o que menos quisesse ser, a parecer
o que menos fosse,
no mundo, onde é proibido ser sincero.
Que eu seria parente dos pássaros
(e eu sou mesmo)
por causa da asa, irmã do meu pensamento.
Que o santo de minha predileção
seria S. Francisco de Assis.
Realmente, S. Francisco é o meu santo.
(Aquele com quem aprendo a ser simples,
simples como a água, e irmão do pirilampo.)
Que os meus maiores inimigos
seriam a complicação, o ornato,
o colarinho duro, o parnasianismo
e a gravata.,
e -- de fato -- a minha luta
é a da humildade
contra a complicação, o ornamental,
o excesso.
(Sou um bicho de concha
sem nenhuma fosforescência.)
Que eu não seria presidente da República.
(Não fui.)
Mas eu não fui, também,
outras coisas, obscuras ou brilhantes,
que poderia ter sido no baralho humano
no espelho,
ou no cruzamento de uma rua com outra.
III - MONÓLOGO, SOB UMA ÁRVORE DA PRAÇA ONZE
Ainda menino, e eu vi passar o homicida.
Ia levado pelos policiais, seguido
pela multidão, que lhe queria ver o rosto,
pálido, transfigurado.
Imaginei-me em seu lugar e, através desse pensamento
“poderia ter sido eu”,
me vi arrastado, preso, esbofeteado
por meus irmãos, de rua em rua.
Meteram-me na prisão, queriam que eu falasse
o que não sabia. Amarraram-me as mãos,
uma à outra, as duas para o lado das costas,
e o escrivão -- sem que eu dissesse nada --
bateu, à máquina, os monossílabos -- que arrancou ao
meu corpo,
como se arrancam folhas de uma árvore.
Voltei do pesadelo, examinei a minha roupa,
não havia sinal de sangue, não havia sido
eu.
O que havia era o tráfego, os sinais luminosos,
os títulos dos jornais,
as cruzes, as encruzilhadas, que dançavam
em torno do meu ser, a dança mágica
do eu não ter sido.
O cego do realejo e o pássaro fizeram,
muitas vezes, a volta ao mundo.
As estrelas passaram voando em caminho do oeste.
A esperança moveu a roda verde.
E agora
estou embaixo desta árvore em flor,
mas ainda tenho o coração batendo:
poderia ter sido eu.
E agora,
a paisagem caminha pra um lado, a lua
pra outro, dividindo a noite pelo meio.
Só as árvores é que ficam sentadas. Só eu
estou sentado sob esta árvore. Mas...
(ainda tenho o coração batendo)
poderia ter sido eu!
IV - A ROSA DAS TRÊS GRAÇAS
Mas não o que matou, somente,
poderia ter sido eu.
O que roubou, o que cobiçou o bem do próximo,
o que falsificou a assinatura do gerente de banco,
o que assaltou na rua o transeunte,
o que embarcou por um navio o corpo em sangue e
ouro da mulher assassinada
qualquer deles, enfim, no signo da balança,
poderia ter sido eu.
Por um minuto a menos -- entre a rosa e o luto, --
ou a mais, no punhal da hora exata,
na corola dos números de prata.
A quem agradecer o eu não ter sido ?
A mim mesmo? Tanto egoísmo, fluorescente,
não caberia num vidro assim tão frágil.
A Deus? será reconhecer que Deus
é que escolhe -- Ele próprio -- os que devem ser maus,
entre as cabeças louras da inocência.
Não será a Deus, indiferente a este jogo,
em que os culpados é que fazem os inocentes?
Em que uns têm que fazer o mal
para que os outros não o façam. Entre doze,
um está escrito.
Será ao próprio ladrão, ao falsificador,
ao que roubou ao próximo o seu único amor,
que devo agradecer o terem feito
o que não fiz?
(Os inocentes deverão beijar, como um pássaro às flores,
as mãos dos culpados.)
E saio entre a multidão, e corro a procurá-los,
aqui e ali, na floresta andarilha.
Entre ângulos faciais, cada qual mais obscuro.
(Que eles estarão, sempre, no desencontro de uma rua
com outra.)
No afã de lhes levar meu agradecimento.
Mas eles compreenderão meu agradecimento?
Compreenderão que lhes agradeço é a graça
de terem feito o que não fiz? ou de haverem cumprido,
em meu lugar, uma sentença bíblica?
Rua cheia de rostos glabros nas janelas
da noite mais vertical que universal.
Anúncios que ora acendem, ora apagam (não havia)
as sílabas verdes do (sido eu) dicionário
noturno.
(Não pensarão que sou um louco, um cúmplice,
um detetive, um oficial de justiça?)
As palavras caídas na água das calçadas.
Sido. Havia. Não. Eu.
A cruz móvel das ruas, cruz do povo,
e as quatro asas: o oeste, o leste, o norte, o sul,
já inúteis em meu corpo
à hora do desastre, um grito, a interrupção do trânsito.
(Poderia ter sido eu!)
V - O IRMÃO INGLÓRIO
Mas, como agradecer ao assassino,
ao ladrão. ao falsário -- o que fizeram,
sem me pungir, além do que fizeram?
Se a dor dos outros nunca foi tão minha?
no caminho que vai entre as estrelas
e o número de uma porta de casa?
no jogo das fatalidades, rosa e luto?
Se não encontro a rosa das três graças?
Se nunca fui tão responsável
pelo que os outros fazem, como nesta hora
simbólica e putativa?
Se sou eu, entre os bichos e as flores,
irmão inglório mas obrigatório
dos que -- como eu -- nasceram homens,
o coração batendo entre Abel e Caim?
Se escorre, por meus olhos,
o sangue do transeunte?
VI - AGRADECIMENTO, POR UM VÃO DE GRADE
Ah, eu quero agradecer -- agora o sei -- é ao pássaro
inocente
por não ter incluído
esses terríveis acontecimentos,
essas sílabas verdes no destino
que me entregou pelo vão da gaiola
enquanto o cego (para isso ele era cego)
tocava o seu realejo.
terça-feira, 25 de setembro de 2012
VIBRAÇÕES PARA O AMBIENTE
Aquietar-se, buscar o próprio interior, projetar-se para o exterior, vibrar e afirmar em voz alta:
"Envolvido pelo poder infinito da Divina Presença, que assimilo e propago, afirmo:
Há uma presença aqui -- é a HARMONIA, que faz vibrar todos os corações de felicidade e alegria.
Quem quer que aqui entre sentirá as vibrações da Divina Harmonia.
Há uma presença aqui -- é a VERDADE. Tudo o que aqui existe, tudo o que aqui se fala, tudo o que se pensa, é a expressão da Verdade. Quem quer que aqui entre, sentirá a presença da Verdade.
Há uma presença aqui -- é a JUSTIÇA. A Justiça predomina neste recinto. Todos os atos aqui praticados são regidos e inspirados pela Justiça. Quem quer que aqui entre sentirá a presença da Justiça.
Há uma presença aqui -- é o BEM. Deus é Amor, que envolve todos os seres num mesmo sentimento de unidade. Este recinto está cheio de Amor. No Amor eu vivo, me movo, existo. Quem quer que aqui entre sentirá a pura e santa presença do Amor.
Há uma presença aqui -- é a VIDA. Deus é a vida essencial a todos os seres, é a saúde do corpo, o poder da mente e a perfeição do espírito. Quem quer que aqui entre sentirá a Divina Presença da Saúde e da Perfeição Espiritual.
Há uma presença aqui -- é a PROSPERIDADE. Deus é ação dinamizada do progresso e da prosperidade, pois faz tudo evoluir e prosperar. Deus se expressa na prosperidade de tudo o que é empreendido em Seu Nome. Quem quer que aqui entre sentirá a Divina Presença da Prosperidade.
Estou em constante vibração com as correntes universais de Amor, Paz e Sabedoria. O Amor Divino manifesta-se aqui, nos atos e expressões de todos aqueles que aqui entrarem. No mais perfeito equilíbrio entre o meu Eu Inferior e o meu EU Superior, que é Deus em mim.
Consagro este recinto à Perfeita Expressão de todas as qualidades divinas que há em mim e em todos os seres.
As minhas vibrações espirituais através de meu sentimento e de meu pensamento são as forças de Deus em mim, que aqui ficam armazenadas e daqui irradiam para todos os seres, constituindo este lugar um centro de emissão e recepção de tudo o que é BOM, ALEGRE e PRÓSPERO."
Prece final:
Agradeço-te, Deus, porque este recinto está cheio de tua presença.
Agradeço-te, porque vivo, me movo e prospero em ti.
Agradeço-te, porque recebo Tua Vida, Verdade, Saúde, Prosperidade, Paz, Alegria, Sabedoria e Amor.
Agradeço-te, porque todos os que aqui entrarem sentirão a Tua Divina Presença.
Agradeço-te, porque estou permanentemente em fraternas vibrações com todos os seres.
Esta prece, se feita diariamente com fé e concentração, melhora o ambiente e ajuda a melhorar a vida de quem a faz.
Oração Seicho-No-Ie.
Assinar:
Postagens (Atom)
