Muitos amigos, conhecidos, pessoas que visitam meus blogs querem vir me visitar. Às vezes simplesmente pra me conhecerem, ou falar de Poesia.
Gente, eu vivo como sugere Khrishnamurti, como se fosse morrer daqui a uma hora.
Sou sempre muito ocupada com minhas práticas místicas, leituras sagradas, as plantas, os bichos, e diante da negativa, ficam bronqueados comigo. Geralmente querem me visitar, mas nunca me convidam pra ir a suas casas. É certo que eu não teria mesmo tempo. Sei que muitos sendo hospitaleiros hospedaram anjos, diz a Bíblia. E morando numa bela cidade turística, seria bom que eu pudesse hospedar todos os que me contatam. Impossível, por ora.
Vejam este trecho que consta no livro O Quinto Evangelho - A mensagem de
Cristo segundo Tomé. Tradução e notas de Huberto Hohden, 5a. edição.
"Joel Goldsmith, no seu livro "A Arte de Curar pelo Espírito", diz que, em sua cidade natal, Honolulu, é considerado como homem antissocial, porque não frequenta reuniões sociais, não lê jornal, não tem rádio nem televisão, nem recebe visitas inúteis. E ele responde: "Sou um homem antissocial por amor à sociedade, porque, para poder ajudar a sociedade, devo isolar-me em Deus".
Vamos refletir sobre isso.
Amor e Silêncio,
Jura.
quinta-feira, 7 de julho de 2011
segunda-feira, 6 de junho de 2011
LPs e Compactos em São Francisco Xavier
Me procure, fone no banner, pra ver a coleção de LPs e Compactos.
São quase 3 mil discos, e muitas raridades.
Aguardo sua visita.
Jura.
São quase 3 mil discos, e muitas raridades.
Aguardo sua visita.
Jura.
Cactos e suculentas em São Francisco Xavier
Pessoal,
Estou disponibilizando alguns exemplares da minha coleção de cactos e suculentas em minha casa mesmo.
Quem quiser pode me procurar e faremos bons negócios.
Outros tipos de plantas e flores em geral também.
Quero diminuir um pouco meu acervo.
Veja meu telefone no banner e fale comigo, que passarei o endereço.
Estou morando a um quilômetro da entrada de São Francisco Xavier, o KM 18.
Abraços,
Jura.
Estou disponibilizando alguns exemplares da minha coleção de cactos e suculentas em minha casa mesmo.
Quem quiser pode me procurar e faremos bons negócios.
Outros tipos de plantas e flores em geral também.
Quero diminuir um pouco meu acervo.
Veja meu telefone no banner e fale comigo, que passarei o endereço.
Estou morando a um quilômetro da entrada de São Francisco Xavier, o KM 18.
Abraços,
Jura.
sábado, 28 de maio de 2011
quarta-feira, 25 de maio de 2011
4o Festival da Mantiqueira em São Francisco Xavier - SP
Gente, vamos todos, amantes da literatura, nos encontrar no
Festival da Mantiqueira.
Vai ser uma alegria renovada encontrar os amigos, principalmente agora
que estou morando aqui em São Francisco Xavier.
Não percam, OK?
Beijos,
Jura.
Festival da Mantiqueira.
Vai ser uma alegria renovada encontrar os amigos, principalmente agora
que estou morando aqui em São Francisco Xavier.
Não percam, OK?
Beijos,
Jura.
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Em defesa dos animais abandonados
Aos amigos e simpatizantes da causa animal:
Tenho encontrado alguns amigos, que me dizem: Juracy, estou te devendo uma visita, ou Qual o seu endereço?, ou Estou aqui no Buquirinha. Onde você mora?, ou ainda: Você não vai me convidar para um chá?
Cabe agora dar uma satisfação a todos: moro sozinha numa chácara no mato. Casa simples, mas um lugar lindo no meio da Mata Atlântica. Por enquanto meu mundo não está aberto à visitação pública. Alguns ficam melindrados, ressentidos com isso, mas não tenho tido tempo nem pra receber os de casa, literalmente. Vocês sabem como o social é importante pros librianos.
Estou trabalhando muito com revisão de textos, sistemas de cura em geral, com o viveiro de plantas e cuidando de animais abandonados. Limpeza e harmonia da casa também é importante nessa época de transição planetária. Como diz a Josie: aqui a correria é forte. Portanto: sem tempo pra visitas, gente. Sozinha não tem sido fácil, mas estou tocando a Barca Bela.
Obs.: Só abro exceção ao Sir Paul McCartney. Paul, nem precisa me avisar. É só chegar. You are very welcome.
Depois de ouvir LUZES, áudio do Gasparetto, em que ele fala sobre cores das forças que nos apoiam, descobri que minha luz é vermelha e pessoas de luz vermelha têm carisma e poder sobre os animais. A partir daí resolvi assumir definitivamente esta galera abandonada que me “procura” e acha...[risos]. Como uma andorinha sozinha não faz verão, decidi pedir a ajuda espontânea dos amigos e simpatizantes da causa animal.
Preciso de ajuda pra pagar veterinários, pet shops, transporte, castrações, vacinas e remédio e para o ano, construção de canis. Quem sabe em forma de doações.
Acredito que devemos cuidar da evolução dos reinos mineral, vegetal e animal, assim como os Mestres Ascensos – nossos irmãos mais velhos, - têm cuidado da nossa.
Os animais são nossos irmãos menores e já estão saindo do espírito de grupo, se individualizando.
Para o ano pretendo abrir meus portões convidando todos a conhecer meu viveiro de plantas ornamentais, inclusive minha coleção de cactos e suculentas, com lindas espécies [logo vou postá-las num blog exclusivo], onde colocarei à venda muitos exemplares raros, exóticos, revertendo parte da renda numa ONG LIVRO BICHO, que abrirei em defesa dos animais. Pretendo também promover bazares pra vender meus LPs e coisas que eu trouxe da Austrália. E claro, de volta ao atendimento dos Florais de Bach, Reiki, e outras terapias alternativas.
Adote um animal. Eles precisam de nós e nos amam incondicionalmente.
Animais abandonados é responsabilidade de todos nós. Podemos dividir responsabilidades.
Se você sentir o chamado, compareça!
Hoje Angie foi ao médico, dr. Torres, pra castração e cirurgia de hérnia. Tive a ajuda do Rubem, meu filho, que tem sido meu braço direito nesta história. Thanks a lot, Rubão.
Colabore sendo parceiro nos blogues Jura em Cy bemol e/ou Soma, o Enigma, ou com qualquer quantia em depósito bancário:
Dados bancários para depósito:
Banco do Brasil
Agência 6565-X
Conta-corrente 19866-8
CEF ou Lotérica
Agência 2741 Operação 013
Conta-poupança 1349-4
Favorecida: Juracy S.S. Waters-Marsh
Muito obrigada aos que espontaneamente já cooperaram.
Muito obrigada pela atenção e solidariedade de todos.
E viva o Feliciano Filho, do PV, protetor dos animais, o segundo deputado estadual mais votado de São Paulo. E viva o Tiririca, também. Foi coisa de Deus mesmo.
Tenho encontrado alguns amigos, que me dizem: Juracy, estou te devendo uma visita, ou Qual o seu endereço?, ou Estou aqui no Buquirinha. Onde você mora?, ou ainda: Você não vai me convidar para um chá?
Cabe agora dar uma satisfação a todos: moro sozinha numa chácara no mato. Casa simples, mas um lugar lindo no meio da Mata Atlântica. Por enquanto meu mundo não está aberto à visitação pública. Alguns ficam melindrados, ressentidos com isso, mas não tenho tido tempo nem pra receber os de casa, literalmente. Vocês sabem como o social é importante pros librianos.
Estou trabalhando muito com revisão de textos, sistemas de cura em geral, com o viveiro de plantas e cuidando de animais abandonados. Limpeza e harmonia da casa também é importante nessa época de transição planetária. Como diz a Josie: aqui a correria é forte. Portanto: sem tempo pra visitas, gente. Sozinha não tem sido fácil, mas estou tocando a Barca Bela.
Obs.: Só abro exceção ao Sir Paul McCartney. Paul, nem precisa me avisar. É só chegar. You are very welcome.
Depois de ouvir LUZES, áudio do Gasparetto, em que ele fala sobre cores das forças que nos apoiam, descobri que minha luz é vermelha e pessoas de luz vermelha têm carisma e poder sobre os animais. A partir daí resolvi assumir definitivamente esta galera abandonada que me “procura” e acha...[risos]. Como uma andorinha sozinha não faz verão, decidi pedir a ajuda espontânea dos amigos e simpatizantes da causa animal.
Preciso de ajuda pra pagar veterinários, pet shops, transporte, castrações, vacinas e remédio e para o ano, construção de canis. Quem sabe em forma de doações.
Acredito que devemos cuidar da evolução dos reinos mineral, vegetal e animal, assim como os Mestres Ascensos – nossos irmãos mais velhos, - têm cuidado da nossa.
Os animais são nossos irmãos menores e já estão saindo do espírito de grupo, se individualizando.
Para o ano pretendo abrir meus portões convidando todos a conhecer meu viveiro de plantas ornamentais, inclusive minha coleção de cactos e suculentas, com lindas espécies [logo vou postá-las num blog exclusivo], onde colocarei à venda muitos exemplares raros, exóticos, revertendo parte da renda numa ONG LIVRO BICHO, que abrirei em defesa dos animais. Pretendo também promover bazares pra vender meus LPs e coisas que eu trouxe da Austrália. E claro, de volta ao atendimento dos Florais de Bach, Reiki, e outras terapias alternativas.
Adote um animal. Eles precisam de nós e nos amam incondicionalmente.
Animais abandonados é responsabilidade de todos nós. Podemos dividir responsabilidades.
Se você sentir o chamado, compareça!
Hoje Angie foi ao médico, dr. Torres, pra castração e cirurgia de hérnia. Tive a ajuda do Rubem, meu filho, que tem sido meu braço direito nesta história. Thanks a lot, Rubão.
Colabore sendo parceiro nos blogues Jura em Cy bemol e/ou Soma, o Enigma, ou com qualquer quantia em depósito bancário:
Dados bancários para depósito:
Banco do Brasil
Agência 6565-X
Conta-corrente 19866-8
CEF ou Lotérica
Agência 2741 Operação 013
Conta-poupança 1349-4
Favorecida: Juracy S.S. Waters-Marsh
Muito obrigada aos que espontaneamente já cooperaram.
Muito obrigada pela atenção e solidariedade de todos.
E viva o Feliciano Filho, do PV, protetor dos animais, o segundo deputado estadual mais votado de São Paulo. E viva o Tiririca, também. Foi coisa de Deus mesmo.
sábado, 14 de agosto de 2010
Libertação do erro, de Al- Ghazzali
A CHEGADA À VERDADE PELA ILUMINAÇÃO
Por fim, Deus curou-me da doença. Meu ser foi restaurado à saúde. As verdades necessárias do intelecto voltaram a ser mais uma vez aceitas, quando reconquistei a confiança em seu caráter certo e fidedigno.
Isso não surgiu pela demonstração sistemática ou argumentação disciplinada, mas por uma luz que Deus, o Altíssimo, lançou no meu peito. Essa luz é a chave para a maior parte do conhecimento. Quem pensa que a compreensão das coisas divinas repousa sobre provas estritas, amesquinha em seu pensamento a largueza da misericórdia de Deus. O que o Mensageiro de Deus respondeu aos que lhe pediam que explicasse e contasse o versículo "Quando Deus deseja guiar um homem, Ele alarga seu peito para a submissão no Islã." (Alcorão, 6, 125)?
Respondeu:
"É uma luz que Deus, o Altíssimo, lança no coração." Quando perguntaram: "Qual é o sinal desta luz?", respondeu: "A retirada da mansão da decepção e a volta à mansão da eternidade."
Foi acerca dessa luz que Maomé disse: "Deus criou as criaturas no escuro e depois aspergiu sobre elas um pouco da Sua luz." Nessa luz deve ser procurada uma compreensão intuitiva das coisas divinas. Essa luz jorra, em certas ocasiões, da fonte da divina generosidade, e por ela se deve vigiar e esperar. Maomé (que a paz esteja sobre ele) disse: "Nos dias de vossa idade, vosso Senhor abre períodos de favorecimento; colocai-vos, então, em seu caminho."
Do livro Libertação do erro, de Al-Ghazzali
Biografia do autor:
Seu nome provém da profissão de seu pai (Al-Ghazzali - o tecelão). Nasceu em 1058 na Pérsia, mas estabeleceu-se desde cedo em Bagdá onde estudou teologia e jurisprudência e se tornou catedrático.
Sua época era uma época de raro vigor mental e de intensas controvérsias filosóficas. Contra a fé tradicional, para quem a verdade provinha somente da revelação, levantaram-se os racionalistas (que só acreditavam na razão), os sufis (que só acreditavam na iluminação mística), e os pirronistas, céticos e sarcásticos.
Al-Ghazzali não tinha ainda 20 anos quando a inquietação metafísica o dominou. Para ele, procurar a verdade não era um exercício mental: era uma paixão irresistível. A dúvida o torturava. Procurou a verdade em todos os sistemas filosóficos de sua época. Mas nenhum deles o convenceu.
Aos 38 anos concluiu que a verdade não se encontrava talvez no estudo, mas na vida mística. Renunciou à sua cátedra, separou-se de sua mulher e filhos, distribuiu seus bens e, durante 10 anos, viveu em anacoreta. Visitou Alexandria, Damasco, Jerusalém e Meca.
Em 1105, sentiu-se iluminado por uma luz do Além e reencontrou ao mesmo tempo sua fé na razão e em Deus. Para ele, a verdade está na conciliação entre os ensinamentos racionais, a iluminação mística e a revelação divina. Até o fim de sua vida, tentará realizar, expressar e difundir esta conciliação. O primeiro livro - o mais importante de seus tratados -- que ele escreveu no entusiasmo de sua iluminação inicial foi Al-Munkiz Min Ad-Dalal (Libertação do erro), cuja parte autobiográfica, em que traça o caminho de sua longa e dolorosa procura é, às vezes, comparada com As Confissões de Santo Agostinho.
Após voltar ao magistério em Bagdá, recolheu-se na sua pequena cidade de Tus, rodeado por um círculo de discípulos. Morreu em 1111, deixando 80 obras, e tendo consagrado toda a sua vida à procura e à defesa da verdade.
Extraído do livro: As mais belas páginas da literatura árabe.
Mansour Challita*
*Nascido na Colômbia de pais libaneses, se mudou para o Líbano quando jovem e ali se graduou em Letras e Filosofia. Veio morar no Brasil nos anos 50 e além de ter trabalhado como diplomata, Challita realizou diversas traduções de obras escritas em árabe, como livros de Gibran Khalil Gibran e o Corão .
Por fim, Deus curou-me da doença. Meu ser foi restaurado à saúde. As verdades necessárias do intelecto voltaram a ser mais uma vez aceitas, quando reconquistei a confiança em seu caráter certo e fidedigno.
Isso não surgiu pela demonstração sistemática ou argumentação disciplinada, mas por uma luz que Deus, o Altíssimo, lançou no meu peito. Essa luz é a chave para a maior parte do conhecimento. Quem pensa que a compreensão das coisas divinas repousa sobre provas estritas, amesquinha em seu pensamento a largueza da misericórdia de Deus. O que o Mensageiro de Deus respondeu aos que lhe pediam que explicasse e contasse o versículo "Quando Deus deseja guiar um homem, Ele alarga seu peito para a submissão no Islã." (Alcorão, 6, 125)?
Respondeu:
"É uma luz que Deus, o Altíssimo, lança no coração." Quando perguntaram: "Qual é o sinal desta luz?", respondeu: "A retirada da mansão da decepção e a volta à mansão da eternidade."
Foi acerca dessa luz que Maomé disse: "Deus criou as criaturas no escuro e depois aspergiu sobre elas um pouco da Sua luz." Nessa luz deve ser procurada uma compreensão intuitiva das coisas divinas. Essa luz jorra, em certas ocasiões, da fonte da divina generosidade, e por ela se deve vigiar e esperar. Maomé (que a paz esteja sobre ele) disse: "Nos dias de vossa idade, vosso Senhor abre períodos de favorecimento; colocai-vos, então, em seu caminho."
Do livro Libertação do erro, de Al-Ghazzali
Biografia do autor:
Seu nome provém da profissão de seu pai (Al-Ghazzali - o tecelão). Nasceu em 1058 na Pérsia, mas estabeleceu-se desde cedo em Bagdá onde estudou teologia e jurisprudência e se tornou catedrático.
Sua época era uma época de raro vigor mental e de intensas controvérsias filosóficas. Contra a fé tradicional, para quem a verdade provinha somente da revelação, levantaram-se os racionalistas (que só acreditavam na razão), os sufis (que só acreditavam na iluminação mística), e os pirronistas, céticos e sarcásticos.
Al-Ghazzali não tinha ainda 20 anos quando a inquietação metafísica o dominou. Para ele, procurar a verdade não era um exercício mental: era uma paixão irresistível. A dúvida o torturava. Procurou a verdade em todos os sistemas filosóficos de sua época. Mas nenhum deles o convenceu.
Aos 38 anos concluiu que a verdade não se encontrava talvez no estudo, mas na vida mística. Renunciou à sua cátedra, separou-se de sua mulher e filhos, distribuiu seus bens e, durante 10 anos, viveu em anacoreta. Visitou Alexandria, Damasco, Jerusalém e Meca.
Em 1105, sentiu-se iluminado por uma luz do Além e reencontrou ao mesmo tempo sua fé na razão e em Deus. Para ele, a verdade está na conciliação entre os ensinamentos racionais, a iluminação mística e a revelação divina. Até o fim de sua vida, tentará realizar, expressar e difundir esta conciliação. O primeiro livro - o mais importante de seus tratados -- que ele escreveu no entusiasmo de sua iluminação inicial foi Al-Munkiz Min Ad-Dalal (Libertação do erro), cuja parte autobiográfica, em que traça o caminho de sua longa e dolorosa procura é, às vezes, comparada com As Confissões de Santo Agostinho.
Após voltar ao magistério em Bagdá, recolheu-se na sua pequena cidade de Tus, rodeado por um círculo de discípulos. Morreu em 1111, deixando 80 obras, e tendo consagrado toda a sua vida à procura e à defesa da verdade.
Extraído do livro: As mais belas páginas da literatura árabe.
Mansour Challita*
*Nascido na Colômbia de pais libaneses, se mudou para o Líbano quando jovem e ali se graduou em Letras e Filosofia. Veio morar no Brasil nos anos 50 e além de ter trabalhado como diplomata, Challita realizou diversas traduções de obras escritas em árabe, como livros de Gibran Khalil Gibran e o Corão .
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